Furta-cor

“O PSDB de Dória não é o de FHC”. A última de Lula para justificar o convite a Geraldo Alckmin. A metamorfose ambulante engana o eleitor com paz e amor. Finge não lembrar que o PSDB de FHC é o PSDB de Paulo Preto, o operador de propinas nas campanhas do partido, tanto para o governo paulista quanto para a presidência da República. O messias do PT faz furta-cor e transforma preto em branco.

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Ser, estar, permanecer, ficar

Lula chamou Sérgio Moro de “canalha”. Significa que escolheu o adversário preferencial, dando Bolsonaro como derrotado? Pode ser. Quanto ao “canalha”, cuspiu pra cima. A condição de canalha é circunstância na vida do político. Ele pode ser canalha e pode estar canalha, ou seja, faz canalhice sempre ou faz canalhice vez ou outra. Porque nenhum é absolutamente limpo e puro – fosse, não sobreviveria.

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O dilema de Alckmin

Entre ser e não ser vice de Lula, Geraldo Alckmin lembra aquela tia solteirona que todos tivemos. Bonitona, chovia homem para namorar e casar. Ela desdenhava todos; “escolhe demais”, diziam as mães, nossas avós, da filha exigente. A tia morreu dizendo que era isso ou usar o “dedo podre”, casando com a primeira porcaria que aparecesse.

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Preso nas quatro linhas

Robinho viverá exilado no Brasil. Se sair das “quatro linhas” para bater escanteio ou lateral será pelo crime de estupro que foi condenado em definitivo na Itália.

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Spray espião

A Anvisa negou autorização ao spray nasal anti-covid, produzido e vendido por Israel. Medida acertada. Israel vende também o Pegasus, o software espião preferido das ditaduras e ambicionado pelo gabinete do ódio de Bolsonaro. Os israelentes são ladinos, gente que não dá pra matar com a unha. Quem garante que o spray não traga o vírus espião que nos entre pelo nariz?

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Custo-benefício

A prefeitura de São Paulo definiu protocolo sanitário para as escolas de samba no carnaval deste ano. Entre as medidas, a principal: uso de máscara para o público e para os componentes das escolas. Tudo dentro no normal na anormalidade da pandemia. As peladonas que vêm na frente também usarão máscaras. Para estas poderia ser aberta exceção: usariam no rosto as máscaras de baixo, da zona do agrião. As escolas fariam economia em máscaras sem associar o rosto com a perseguida. Um excelente custo-benefício.

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Não esqueça de mim

“O PT não deve ignorar Dilma”, diz Michel Temer, duas vezes vice e uma sucessor da ex-presidente. “Porque ela tem presença nacional”, completando o raciocínio. Esperteza lubrificada, típica de Temer. Quando diz que o PT não deve ignorar Dilma, Temer quer mesmo não ser ignorado. Porque é só lembrar Dilma que Temer vem de lambugem. Quem sabe uma terceira via da terceira via? Temer/Dilma ou vice-versa.

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B*olsonaro

Um juiz do Rio proibiu Bolsonaro de usar a palavra l*pra. Decidiu a pedido de associação de defesa dos portadores de Hanseníase. Curioso que ninguém até hoje chamou Bolsonaro de l*proso. Também em defesa dos portadores da doença. Como há muito não se fala em l*pra e Bolsonaro a resgatou com a usual falta de afeição humana, a proibição foi estendida a quem quer que a pronuncie e escreva em meios de comunicação. Decisão sábia, pois as milícias de Bolsonaro poderiam incluir a palavra no vocabulário de calúnias e fake news. Bolsonaro é pior que a doença, porque é mais contagioso e não tem cura. E também virou palavra feia.

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Bandabês explícito

“Árvore cai sobre carro com pai e filho dentro no Alto da XV…”

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Custo-benefício

“Vendo sandália usada, entrega no Xaxim. Motivo, crescimento do pé.¨ Do site Desapego, de vendas e trocas em Curitiba. Só um pé cresceu? E dane-se o custo-benefício de buscar no Xaxim.

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