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Postado em jan 11, 2019 | 0 comentários

Cargo deixado problema dobrado

Depois de sair do governo, Cida Borghetti teve que puxar extratos bancários para provar ao sucessor Ratinho Júnior que deixara R$ 5 bi em caixa. O sucessor afirma não ter encontrado dinheiro no montante assegurado pela sucedida.

Tornou-se uma constante no Brasil: presidentes, governadores e prefeitos trabalham mais quando saem do que quando estão no governo. Em causa própria, naquilo que deveriam ter feito quando no governo. Vão deixando rolar, no enlevo da reeleição ou no da eleição do aliado complacente.

Confiram: os mandatários ora são chamados a depor na polícia ou na Justiça, ora presos, até cumprem penas de prisão. Quando não são acusados de crimes, sofrem a chatice de explicar ao sucessor ou para promotores encardidos como deixaram as coisas.

No geral, o sucessor aponta ‘heranças malditas’ para justificar a dificuldade de cumprir promessas de campanha. Um banho de transparência sempre ajuda. Cida, por exemplo, deveria ter entregue os extratos ao passar o governo, exigindo recibo e quitação do sucessor. Não fez, fica a lição.

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