Recesso

O Insulto entra em recesso branco até 16 de junho. Até lá, sem garantia, pode pipocar uma ou outra postagem.

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Inconfidência mineira

Dilma e Aécio empatados na preferência para o Senado em Minas Gerais, segundo o Paraná Pesquisas. É a nova inconfidência, os mineiros brincando de perder o pescoço, que nem Tiradentes.

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Consolo

Os sites de notícias salvaram a informação na greve dos caminhoneiros, que bloquearam a vinda dos jornais forâneos, editados nos centros de decisão do Brasil – Brasília, São Paulo, Rio.

Mesmo  num centro metropolitano como Curitiba, que se permite o luxo de não ter jornais próprios, diários, impressos. Um consolo para quem não lê jornal no ônibus, na praça e no bar.

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Quem comanda o Brasil?

Os pudicos que perdoem, mas Insulto é insulto. A greve dos caminhoneiros lembra a fábula sobre a disputa entre o cérebro, o coração, o pulmão, o estômago e o ânus sobre qual deles seria o órgão mais importante do corpo.

Ninguém dava aparte ao  ânus, “você é esgoto, está lá embaixo, fica quieto no seu canto”. Na fábula, como em todas as fábulas, animais e coisas falam e o ânus tem canto.

O cerebro a se vangloriar de comandar tudo, lá de cima, o coração, essencial à lubrificação, o pulmão batia no peito, fornecia o oxigênio, a bateria do corpo, o estômago funcionando como o posto de abastecimento, sem ele tudo parava por falta de energia.

Furioso com tanta repressão, o ânus travou, três dias bastaram. O cérebro quase explodiu de dor de cabeça, faltou ar ao pulmão, o coração disparou nas palpitações e o estômago entupiu, nada entrava e menos ainda saía.

Assustados, diante do iminente colapso, cérebro, coração, pulmão e estômago admitiram: o ânus era o rei dos órgãos. Nem precisou o supositório da intervenção militar. A propósito, quem comanda o Brasil? Ora, é o ânus.

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Coágulo na veia

O presidente da Abcam, a associação dos caminhoneiros em greve, diz que “correrá sangue” caso o governo tente tirá-los do bloqueio. Se não me falha a memória, uma outra presidente, a do PT, prometeu sangue caso Lula fosse preso. Um sangue ainda não correu. O outro nem correu, coagulou na veia.

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Dilma presidente e os caminhoneiros

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Dilmala

Dilma culpa Michel Temer e o presidente da Petrobras pela greve dos caminhoneiros. Queria o quê, culpar a si mesma e Graça Foster, das duas presidentas do Petrolão?

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Tem conseguinte?

O Exército vai atuar na greve dos caminhoneiros. Tem gasolina para o Exército?

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Ululância

Nenhum político, nem os do PT, falou contra ou a favor da greve dos caminhoneiros. Perdão, Lula falou e dois deputados que o visitaram contam: “o governo está fazendo o quê sobre a greve?”.

Lula falou no modo lulístico, de não dizer nada. De suas palavras sobra a crítica genérica ao não fazer, que tanto pode ser contra como ser a favor dos caminhoneiros. O a favor venceu.

Como quem compra Lula aceita qualquer lulice e quem não compra rejeita a lulice, a coisa passa pelo valor de face: zero.

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Finalmente

Do presidente Michel Temer sobre a greve dos caminhoneiros: “o governo agora terá coragem de exercer sua autoridade em defesa do povo brasileiro”.

Já não era sem tempo, que essa covardia desde o golpe está por demais.

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