Mal caráter

INSULTO fecha com o ministro Sergio Moro quando este diz que as mensagens publicadas pelo The Intercept Brasil foram adulteradas. Leiam as divulgadas hoje. Lá pelas tantas uma procuradora declara que o advogado de Leo Pinheiro, ex-presidente e delator da OAS, era “mal caráter”. O juiz Moro pode ter falado no conge, pois só teve um, aquela que mora com ele. Mas procurador ou procuradora, de tanto lidar com malandro, sabe que caráter só pode ser bom ou mau. Isso de mal caráter, é adulteração da grossa.

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Viaje mais, Jair

OS MUITO CONTRÁRIOS que perdoem, mas Jair Bolsonaro cresceu na reunião do G-20. Se no Brasil manterá a estatura que adquiriu e deixará de ser o Bolsonaro de sempre há dúvida na doutrina e na jurisprudência. Aquela coisa da natureza, quase impossível de mudar.

Bolsonaro fora, o Brasil respirou aliviado, sem o sobressalto constante com as declarações inconsequentes, incompatíveis com a responsabilidade e o papel simbólico do chefe de governo. Pena que não possa ser o presidente viajante, em reuniões no Exterior o tempo todo…

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Morre na segunda

A CAMINHO DO BRASIL, o presidente Bolsonaro assegura que o ministro Álvaro Antonio, do Turismo, permanece no cargo até a próxima segunda-feira. O ministro é aquele do PSL mineiro que inventou quatro candidatas para usar o fundo partidário da campanha delas na campanha dele. Antes de segunda-feira o ministro faz turismo em Minas Gerais.

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O recuo que avança

BOLSONARO ENGRENOU com o mundo, mantém o Brasil globalizado ao ratificar no G-20 o acordo de livre comércio. Uma banana para Olavo de Carvalho.

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Caminante, no hay camino

JAIR BOLSONARO chegou ao Japão com um ovo virado: nada de conversa com Emanuel Macron, o presidente da França, que condiciou acordo entre União Européia e Mercosul à manutenção do Brasil no acordo do clima. A birra do presidente ecoou na bravata do ministro do GSI, que mandou o francês “procurar sua turma”. Como Macron estava com a turma dele e da turma de Bolsonaro só tinha Donald Trump, o espírito do Barão do Rio Branco baixou no presidente que, depois de recusar, aceitou conversar com o presidente francês.

Um gesto de polidez diplomática e maturidade política, raro e elogiável vindo de Bolsonaro, que continua em campanha para deputado pelo Rio de Janeiro (antagonismos, declarações impensadas e intempestivas, o autódromo para sediar a F-1 no Rio, entre outros). Chegou a convidar Emanuel Macron a visitar a Amazônia, fonte de preocupações ambientais dos europeus. É cedo para dizer que Bolsonaro tateia o caminho do estadista, porque ele sabe serpresidente. Ao aceitar o encontro com o francês, Bolsonaro poupou o Brasil de vexame.

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Pergunte ao Yakisoba

COMENTA-SE na Boca Maldita que está para ser divulgado o nome de quem vazou as conversas entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Cedo ou tarde isso aparece. Mas que a informação venha da Boca Maldita, aí não, o pessoal de lá não tem passaporte da República de Curitiba. Viesse do China in Box vizinho da Justiça Federal, aí sim. Nosso Garganta Profunda é viciado no Yakisoba de caixinha do restaurante.

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Weintraub, acepipe do Capitão

“Tranquilizo os ‘guerreiros’ do PT e de seus acepipes: o responsável pelos 39 kg de cocaína NADA tem a ver com o Governo Bolsonaro. Ele irá para a cadeia e ninguém de nosso lado defenderá o criminoso. Vocês continuam com a exclusividade de serem amigos de traficantes como as FARC”

O MINISTRO DA EDUCAÇÃO rebate críticos do PT sobre a cocaína encontrada em aeronave da comitiva de Jair Bolsonaro. O que diz ou deixa de dizer não nos interessa, pois é resposta ao que foi dito pelo adversário. De um ministro da Educação interessa ao cidadão o modo de dizer, como isso de confundir asseclas com acepipes, o cúmplice com o tiragosto, o aperitivo. Também o barbarismo do “…continuam com a exclusividade de serem…”.

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Muambas brazucas

NÃO FOI só o sargento aeronauta o brasileiro apanhado com muamba na Europa. No mesmo dia a divina Bruna Marquezine acabou retida no Aeroporto de Orly, Paris, com uma caixa de morangos na bagagem.

O sargento cometeu crime; Bruna, infração leve, ambiental. Ao fim e ao cabo a doce garota pagou um mico caipira, pois em Paris tem morangos melhores que os do Brasil.

Seria crime hediondo se nossa diva levasse a si e aos morangos para algum boleiro tatuado. Pior, dois crimes, o dos morangos da caixa e o do morango chamado Bruna.

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Meu tipo estuprável

UMA JORNALISTA dos EUA acaba de acusar o presidente Donald Trump de tê-la estuprado dentro de provador de loja de departamentos. O fato é velho, de vinte anos, sem consequências legais pela prescrição.

Ao saber da denúncia, Trump negou dizendo “ela não faz o meu tipo”. Comentário semelhante ao de deputado brasileiro a colega deputada, há alguns anos.  Hoje presidente da República, já era admirador de Trump.

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Dos males o maior

ANGELA MERKEL, chanceler alemã, apresentou neste mês, e por duas vezes, tremores nas mãos e nas pernas. Sugeriu-se que estivesse com Mal de Parkinson. Talvez nem seja isso, mas o Mal de Bolsonaro, com quem ela terá conversas durante o G-20. Não há vivente que fique sem tremedeira com a simples sugestão de falar com o presidente do Brasil.

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