A melhor amiga

Conheci a senhora que pintava os cabelos de cor cenoura. “Ela não tem uma melhor amiga”, dizia outra amiga não muito amiga. “Se tivesse, a melhor amiga ia lhe dizer que a cor é um susto”.  Lembrei das duas senhoras ao ler o mais recente bestialógico da senhora Gleisi Porta Lula Voz Hoffmann da Silva sobre a Venezuela

Era aquilo de imperialismo, solidariedade ao companheiro Maduro e o que sempre surge dos lábios céleres da senadora sem uma aligeirada decantação pelo cérebro.

A Gleisi falta o mesmo que faltava à senhora de cabelos cenoura: a melhor amiga. Mas amiga de verdade, amiga pensante, que lhe dê um chega-pra-lá, põe-a-mão-na-consciência, tenha-a-santa-paciência, vê-se-te-manca, não-se-enxerga, mulher? Nada dessas dilmas, idelis e outras companheiras de goela dura e cérebro mole.

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