A perna curta da mentira

Indignado, vigor e fúria de um Lutero afixando as 95 teses na porta da catedral de Mainz, Deltan Dallagnol esbraveja: sua cassação foi jogo combinado entre os ministros do TSE, que entraram em sessão para cassá-lo por unanimidade; para juntar o insulto à injúria, o relator, ministro Sebastião Gonçalves, trocou o voto por vaga ao STF.

Repassei a obra de Deltan Dallagnol e constatei: ele combinava com o juiz as denúncias e as condenações na Operação Lava Jato; o juiz, este, trocou a prisão de Lula pelo cargo no ministério de Jair Bolsonaro. O político Dallagnol não surgiu na eleição para deputado. Nasceu antes, na Lava Jato, praticando mentiras como as que vende agora.

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