Bolsonaro de biquíni

Joice Hasselmann nega briga com Eduardo Bolsonaro e posta foto fazendo coração

Dizem que ela não pagava o salário da assessora parlamentar, com o qual bancava sua faculdade, o cabeleireiro e a ração do bichano. Como desgraça pouca é bobagem, tratava a assessora como mucama de engenho, com xingamento, dieta de fome e relho de piaçaba.

Quem? Joice Hasselmann.

A pontagrossense, doce como o sorvete da Polar, agitada como o Ponto Azul, deliciosa como o pastel da Cruz Machado, perigosa como a Lagoa Azul. embriagante como a cerveja Original, picante como a linguiça do Expedicionário do Cogo, sedutora como as moças em calcinha e sutiã no rio Verde, deputada poderosa suspeita de rachadinhas. E daí, foi a/o única/o. Quem nunca fez, quem ainda não faz, quem não continuará fazendo rachadinhas que apare a primeira pedra. Se Jair Bolsonaro enriqueceu com as rachadinhas, por que auto falada “Bolsonaro de saias” não podia fazer? Até perícia em contrário em políticos assessores, todos têm mãos sujas. Como a mulher de César, o político vive sob presunção de culpa.

Rachadinha é doença congênita, mal incurável, resistente a vacinas e tretas de moros e dallagnois. Um governador não emprestava o avião ao vice porque este lotava com assessores para empalmar-lhes as diárias. Rachadinhas e gordurinhas estão no passado de Joice, de novo um pedaço de mau caminho, sílfide wagneriana, imagem da Hausfrau. Rachadinhas são coisas de seu passado infame, do coração em mão dupla com o 03 em falso protesto de amor e lealdade dos bicudos fingindo enroscar-se em beijo de língua. Joice foi laranja chupada pelos Bolsonaro, que, após lhe sorver o sumo, lançaram-na ao opróbrio, desqualificando-a como Miss Piggy, o único livro folheado pelos filhos do Capitão.

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