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Postado em nov 9, 2018 | 0 comentários

Causa mortis, causa vivis

Antes o pessoal entrava no IML morto, ensacado e guardado na geladeira até o dia da necrópsia, para estabelecer a causa mortis. Com essa história de políticos corruptos, o pessoal entra no IML caminhando, algemado, com roupa de ginástica, fica lá meia hora e vai embora. E ainda tem colunista social na saída, para fotografar e passar reportagem, como hoje na prisão de Joesley Batista e parceiros no crime. Os corruptos vão ao IML para estabelecer a causa vivis – como são tão vivos e como continuam tão vivos.

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