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Postado em ago 16, 2019 | 0 comentários

Espião lusitano

NA ÚLTIMA LEVA de gravações explícitas, o Intercept Brasil traz as conversas em que o procurador Deltan Dallagnol, manda-chuva da Lava Jato, daria instruções para cacifar o colega Vladimir Aras na escolha de procurador-geral da república.

NÃO PAGA A PENA analisar o conteúdo. Como insistem Dallagnol e Sergio Moro, aquilo tudo é “crime cibernético” e as conversas estão “fora de contexto”. Para agravar o crime, não foram submetidas ao contraditório dos supostos interceptados.

PARA MANTER a sanidade, muito sofrida com a decepção causada por Sergio Moro, o Insulto se protege na dúvida sistemática: não acredita nas gravações até cabal e definitiva prova em contrário, conforme exige a lei penal, sempre foi escrupulosamente aplicada por Dallagnol.

PORQUE como está caímos em atroz decepção: Dallagnol teria violado dolosa e sistematicamente os sacramentos de seu ministério e ao escrever mensagens descuidadas fez como o português da anedota, que quando em ação brandia o carteiraço “espião lusitano”.

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