Gênero e modos

Mais motivo para admirar Cármen Lúcia, a presidente do Supremo. Pede para não ser chamada de ‘presidenta’ nos três dias de interinidade substituindo Michel Temer. Ela sabe quem foi a primeira presidenta, a que exigiu ser chamada de presidenta e a presidentada que disso resultou.

Presidente, seja qual for o gênero de quem ocupa o cargo, é dignidade suficiente, não precisa a auto-afirmação de gênero. A presidente que inventou de ser chamada de presidenta empacou no gênero e esqueceu os modos – se é que um dia os teve.

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