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Postado em jan 16, 2020 | 0 comentários

Já ir se acostumando

 

O GOVERNO BOLSONARO levou um ano para surtir o primeiro escândalo de corrupção, este em que o secretário de comunicação Fábio Wajngarten (na foto, com o chefe) supostamente faria dupla militância, uma distribuindo verbas para as empresas que depois reverteriam parte delas em pagamentos para a empresa dele, secretário.

CONTRARIANDO a costumeira rapidez para expelir os inconvenientes, Jair Bolsonaro enreda-se em reuniões e retarda o indispensável afastamento do auxiliar até que tudo seja esclarecido. O presidente não podia ignorar o que fazia Wajngarten, que foi escolhido para a função exato pela experiência privada.

WAJNGARTEN poderá perder utilidade caso o TCU acate a representação do ministério público para que as despesas de publicidade da presidência sejam distribuídas sob critérios técnicos, o que não vem sendo observado. O governo as aplica pelo critério político de excluir empresas de comunicação que criticam o presidente da República.e

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