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Postado em jan 12, 2021 | 0 comentários

O elogio da grossura

Dilma tinha aquela coisa bonita dita por Chico Buarque: falava grosso com os EUA e fino com a Bolívia; os EUA nos espionavam e a Bolívia nos roubou uma refinaria. Ela deu a bronca do tubo da pasta de dentes em Barack Obama e pôs Evo Morales no colo. Obama não captou a metáfora da pasta que sai e não volta ao tubo.

E Bolsonaro? Vai falar grosso com a Ford, que deixa o Brasil depois de mamar nas tetas do BNDES por tanto tempo, de obter leis em seu benefício e atrasar a abertura do mercado aos equivalentes importados?  Dilma e Bolsonaro são grossos por natureza, mas Dilma ia grossa do começo ao fim e Bolsonaro afina no dia seguinte.

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