Páginas de menu

Postado em jul 31, 2020 | 0 comentários

O mal e o mau menores

NA BRIGA entre Augusto Aras e Deltan Dallagnol temos de fazer como Luís Carlos Prestes, que subiu no palanque com Getúlio Vargas depois que este deportou sua mulher para a morte na Alemanha nazista. É a estratégia do mal menor, que pode ajudar como pode não ajudar.

Por exemplo, eleger Oriovisto Guimarães para derrotar Roberto Requião. Soma zero, nada ganho, nada perdido. Oriovisto esqueceu o socialismo da mocidade para mergulhar na nebulosa gasosa de Álvaro Dias. Por outro lado, eleger Roberto Requião, seria ganhar com imensa perda.

Dallagnol é menino impulsivo, que quando crescer pode melhorar – a menos que crie a igreja que embala no peito. Aras é o estranho no ninho corporativo, um poço de despeito pela rejeição dos pares, em busca de auto-legitimação a qualquer preço – como ao servir à pauta de Bolsonaro.

Compartilhar:

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *