Passar a borracha enquanto é tempo

Lula não vem a Curitiba para se entregar à prisão. A intelligentsia petista trabalha alguns ‘cenários’ (sociologês de jornal) sobre a condenação de Lula: 1) entrincheirado no Sindicato dos Metalúrgicos, a PF chega para levá-lo e é recebida a pancadas metalúrgicas e arranhadas gleisianas. Será expulsa, porque não se pode prender um santo;

2) a ONU intervêm no Brasil com forças conjuntas da Bolívia e Venezuela, derruba o governo, aposenta cinco ministros do STF e põe Lula na presidência até as eleições, que vencerá com 100% de votos. Sérgio Moro, que criou essa confusão, será exemplarmente justiçado na Praça dos Três Poderes; antes, torturado com os brincos de argola da doutora Rosângela Moro, a que “mora com ele”.

3) o Brasil toma vergonha na cara com a vergonha que passa na Europa, segundo informações de Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Celso Amorim, e passa uma borracha sobre a Lava Jato, delações, prisões e roubalheiras. Vida que segue, acabamos com o discurso hipócrita da roubalheira nos governos e da impunidade. Doravante diremos como os petistas: não tem propina, não tem corrupção, “Lula sequer tem telefone celular”.

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