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Postado em jan 11, 2020 | 0 comentários

Príncipe e plebeu

CESSE TUDO que a musa antiga canta… Atentado dos EUA no Iraque, 176 pessoas mortas pelo míssil iraniano que abateu o avião da Ucrânia, aquecimento global, incêndios na Austrália, a estupidez incurável e contagiosa do presidente do Brasil, a dissolução do Paraná Clube e a falência do Cruzeiro – que trouxe para salvá-lo o dirigente que injetou a primeira droga no time paranaense.

Essas coisas passam, saem nas urinas, rins purificados e novos para mais cerveja. O drama do mundo está na terra do Brexit: o príncipe Harry, mais a mulher, a atriz canádio-americana, mais o filho, deixam a família Windsor e partem para o Canadá. Com isso vão-se as mordomias da corte de Saint James, casa, comida, roupa lavada, passada, os criados que guardam no clôse e ajudam a vestir, transporte e viagens gratuitas, mais salário alto.

O príncipe busca vida de plebeu no Canadá – onde pela lei continua príncipe – ele e a mulher em busca da independência financeira. Calcula-se que o casal poderá apurar 1 bilhão de dólares americanos nos próximos dez anos. O novo self made man, ruivo, pixaim, quase careca, que casou com artista de cinema deixa para trás a avó rainha e os futuros possíveis reis: o pai, o irmão e os três sobrinhos. Um conto da era do Facebook.

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