Quem muito se evita se convive

BOLSONARO usava a Abin paralela – perdão Abim, agência brasileira da imbecilidade – para espionar aliados. Cara desconfiado é assim, espiona a própria mulher, tenha ou não razão.

Conheci o político que fazia o mesmo com aliados, amigos e inimigos, todos de ocasião. Todo mundo sabia, ria e fingia para enganá-lo, porque ele dava bandeira dos grampos: era o quaradouro, seu varal, do qual só desgrudava para brincar no finado Twitter.

Parecia Bolsonaro na civilidade e na gentileza do trato. Com a diferença de que Bolsonaro tem fanáticos, ele, não; seus seguidores, enganados, viam-no como um Vanderlei Luxemburgo, o que fingia ter prochetos.

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