Sexo dental

O UOL recomenda que se converse sobre sexo com o/a dentista, seja nas emergências, seja nos exames periódicos. Nada de trocar figurinhas de garotas de programa recolhidas nos orelhões (nem sei se ainda existem, pois meus netos alemães passaram por aqui e foram embora colecionando tudo o que existia na vizinhança). E nem é sobre qualquer sexo que se deve falar com o dentista; não podia deixar de ser outro, senão o oral, que impregna nos dentes e pode complicar a saúde, com câncer, por exemplo.

Fosse apenas isso, mais a inibição resultante, tudo bem, a gente pode inventar proezas para impressionar o/a dentista. O problema está nas ajudantes e assistentes, cada vez mais bonitas e sensuais. Claro que são profissionais, discretas e trabalham com máscaras. O problema é o paciente, seja pecador, seja pescador, a contar histórias na intenção de impressionar as moças, que cairão na gargalhada. A reportagem falha em não sugerir a alternativa de entregar a escova de dentes e o fio dental para o exame pelo/a dentista.

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